Agora, todos os dias quando chego em casa vou até a janela para averiguar em que estágio já está, e por vezes fico alguns minutos assistindo os homens de marretas fazendo aquilo que pode ser uma das coisas mais importantes no mundo, que é o ato de destruir; pois, o fundamental não é o ato de lembrar, mas sim o de esquecer.
Ainda não sei bem o que significa tudo isso, mas sei que há algo. Mais um estágio do fim da minha infância? Talvez.
