Cada instante que passa eu sinto cada vez mais que meu futuro é escrever, de vez em quando me pego nessas duas primeiras semanas de aulas de Psicologia me perguntando, durante a aula, o que daquilo que o(a) professor(a) poderia ser útil e para o que num texto. Claro, nem de longe já estou considerando desistir da psicologia; escrever, por enquanto, está mais para um daqueles hobbys que toma todo seu tempo livre(e algum tempo não livre, como a aula) em que você fica pensando sobre ele, e não o pratica de verdade.
Mas o que anda me perseguindo mais é o como irei escrever, já que eu não o sei. Talvez o pior não seja nem isso, mas eu não tenho idéia de como se começa a inventar algo para depois fazer uma ficção, se é que eu vou escrever ficção, porque também não sei.
Ou talvez o mais grave é o fato de que a cada dia que passa a minha habilidade pífia de escrever parece que escorre para fora da minha cabeça, estou tendo dúvidas de português que nunca tive e meu texto não flui mais do jeito que fluía.
Talvez possa ser apenas o começo de um adeus para mais um sonho. É engraçado que, a medida que envelhecemos(olhe só para mim, falando de envelhecer com 19 anos), vamos diminuindo aquela longa lista de sonhos que tínhamos e que ainda poderiam ser alcançados, depois apenas vamos contemplando os que sobraram, nos perguntando se ainda dá tempo; então, alguns simplesmente desistem por achar que não podem dar a si mesmo uma última tentativa para vê-la se perder como todas as outras.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Escrever
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Veja isto!
"E a blogosfera brasileira começa a se organizar para fazer um "Bombardeio Google" contra a revista Veja. Tudo começou quando Nassif resolveu jogar merda no ventilador. O fato não está sendo divulgado pela grande mídia por motivos óbvios. Leia aqui os detalhes da ação."
Retirado do blog do Andre Dahmer, que, além de me manter informado disso e de muitas outras coisas, me fez aprender a linkar palavras, demais! Então, não se esqueça e Veja logo isso tudo!
Meu plano era não colocar nada político ou que tivesse relação com qualquer coisa da minha vida que não fosse meus pensamentos idiotas, mas estou abrindo essa exceção.
Retirado do blog do Andre Dahmer, que, além de me manter informado disso e de muitas outras coisas, me fez aprender a linkar palavras, demais! Então, não se esqueça e Veja logo isso tudo!
Meu plano era não colocar nada político ou que tivesse relação com qualquer coisa da minha vida que não fosse meus pensamentos idiotas, mas estou abrindo essa exceção.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
Poder, Bem e Mal
Eu ainda não consolidei direito minhas idéias sobre esse assunto, portanto não deveria estar escrevendo, mas irei escrever do mesmo modo; preciso ler mais sobre isso, talvez Nietzsche e Foucault(mas acho que esse último é me arriscar demais). Irrito-me quando meus conhecimentos não são o suficiente pra formar uma reflexão, mesmo que esteja errada - e na maioria das vezes estão, como vocês podem ver abaixo; isso acontece muitas vezes, mas me irrita, acho que isso que me impulsiona a estudar.
Alguma vez você já teve a experiência de alguém lhe dizer que vai dedicar a vida para que a sua seja bem sucedida? A não ser seus pais, provavelmente ninguém dirá isso honestamente, porque as interações sociais não funcionam deste modo, ninguém dá ajuda a ninguém sem receber a mesma ajuda; muitos dizem que a lei da natureza¹ é aquela de sobreviver ou ser morto, mas talvez a lei mais importante é a que a ajuda mutua trás muitos benefícios, os quais antes eram inalcançáveis sem ela. . A cooperação com dependência nos ensina a dose certa de poder que uma relação deve ter, pois nenhum dos dois organismos é mais poderoso que o outro; na verdade, ambos tem a vida do outro nas mãos, mas se a tirarem, sua vida também será comprometida.
Observando isso, e guardando as devidas proporções, podemos tirar duas conclusões: ninguém ajuda outra pessoa para ver o bem desta, mas sim o seu próprio bem; sendo assim, será que nossa forma de governo tem alguma chance de dar certo? Ao subir no posto de Presidente, ou Senador, aquela pessoa realmente quer o bem da nação como ela diz, ou apenas poder²? Também não acredito que há meios de ajudar uma pessoa em um cargo de poder da mesma forma que ela ajuda a nação, e nem acredito que isso seria justo, porque ela não está lá para receber benefícios - na teoria.
Portanto, o que leva um homem a buscar um cargo de poder? A possibilidade de bondade incondicional não me é muito cativante, pelo contrário, para mim parecemos mais um bando de egoístas do que samaritanos. O que leva um homem a um posto ditatorial e repressivo? A possibilidade de puramente sadismo também me parece estranha, será que há pessoas que simplesmente querem o mal dos outros? Na verdade, os outros pouco importam nisso, e sim o "eu".
¹ Preciso escrever sobre toda essa história de natureza que tem uma grande influência sobre meu pensamento, vou tentar lembrar de fazer isso qualquer dia.
² Viu? Aí está minha falha, não tenho artifícios suficientes pra discutir o "poder".
Alguma vez você já teve a experiência de alguém lhe dizer que vai dedicar a vida para que a sua seja bem sucedida? A não ser seus pais, provavelmente ninguém dirá isso honestamente, porque as interações sociais não funcionam deste modo, ninguém dá ajuda a ninguém sem receber a mesma ajuda; muitos dizem que a lei da natureza¹ é aquela de sobreviver ou ser morto, mas talvez a lei mais importante é a que a ajuda mutua trás muitos benefícios, os quais antes eram inalcançáveis sem ela. . A cooperação com dependência nos ensina a dose certa de poder que uma relação deve ter, pois nenhum dos dois organismos é mais poderoso que o outro; na verdade, ambos tem a vida do outro nas mãos, mas se a tirarem, sua vida também será comprometida.
Observando isso, e guardando as devidas proporções, podemos tirar duas conclusões: ninguém ajuda outra pessoa para ver o bem desta, mas sim o seu próprio bem; sendo assim, será que nossa forma de governo tem alguma chance de dar certo? Ao subir no posto de Presidente, ou Senador, aquela pessoa realmente quer o bem da nação como ela diz, ou apenas poder²? Também não acredito que há meios de ajudar uma pessoa em um cargo de poder da mesma forma que ela ajuda a nação, e nem acredito que isso seria justo, porque ela não está lá para receber benefícios - na teoria.
Portanto, o que leva um homem a buscar um cargo de poder? A possibilidade de bondade incondicional não me é muito cativante, pelo contrário, para mim parecemos mais um bando de egoístas do que samaritanos. O que leva um homem a um posto ditatorial e repressivo? A possibilidade de puramente sadismo também me parece estranha, será que há pessoas que simplesmente querem o mal dos outros? Na verdade, os outros pouco importam nisso, e sim o "eu".
¹ Preciso escrever sobre toda essa história de natureza que tem uma grande influência sobre meu pensamento, vou tentar lembrar de fazer isso qualquer dia.
² Viu? Aí está minha falha, não tenho artifícios suficientes pra discutir o "poder".
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Historicidade
"Naquele movimento das Diretas Já no centro de São Paulo, eu estava no Viaduto do Chá, quando olhei para baixo e vi aquela gente, eu nunca havia visto tanta gente na minha vida. Parado ali eu pensei, lembrei-me de como 10 anos atrás, na USP, era impossível fazer uma reunião para discutir problemas interno, pois você era preso, e agora mais de um milhão estava protestando. Naquele momento eu descobri o que é 'historicidade', e percebi que a sociedade está sempre mudando, mesmo quando não parece."
-Jucenir da Silva Rocha
Essa frase do meu professor de história do Brasil me levou a pensar muitas coisas, uma delas é um tema recorrente aos meus pensamentos, sobre a mudança, sempre achei incrível como podemos mudar tanto em tão pouco tempo; mas sua frase ampliou o meu conceito para a sociedade, achei magnífico.
Mudança, aliás, é a palavra que resume esse meu ano de 2007. No começo do ano eu era um outro Pedro, de um outro mundo, estúpido. Fui aprendendo aos poucos, vendo minhas idéias serem destruídas pelo conhecimento, mas não há como descrever o prazer intelectual de descobrir algo novo, de mudar um paradigma. Hoje não sou um sábio, mas pelo menos sei que não sei de nada, comecei esse ano carregando pensamentos que julgava verdades incontestáveis, e terminei esse ano sem nada, e isso é bom. E os homens responsáveis por isso foram meus professores, e também não tenho como descrever como os respeito.
Já há algum tempo eu anoto o nome de todos os professores que tive e que foram importantes para mim - do cursinho são todos - para um dia retribuir, não sei como o farei, mas ensinar é a profissão mais bonita, com certeza.
Sei que daqui um, ou dois anos todos eles vão se esquecer de mim, eles tem centenas de alunos todos os anos, mas eu não me esquecerei deles.
Termino aqui meu texto, caro leitor fantasma, com diversas digressões confusas; talvez você tenha se perdido pelo caminho, mas eu me encontrei.
-Jucenir da Silva Rocha
Essa frase do meu professor de história do Brasil me levou a pensar muitas coisas, uma delas é um tema recorrente aos meus pensamentos, sobre a mudança, sempre achei incrível como podemos mudar tanto em tão pouco tempo; mas sua frase ampliou o meu conceito para a sociedade, achei magnífico.
Mudança, aliás, é a palavra que resume esse meu ano de 2007. No começo do ano eu era um outro Pedro, de um outro mundo, estúpido. Fui aprendendo aos poucos, vendo minhas idéias serem destruídas pelo conhecimento, mas não há como descrever o prazer intelectual de descobrir algo novo, de mudar um paradigma. Hoje não sou um sábio, mas pelo menos sei que não sei de nada, comecei esse ano carregando pensamentos que julgava verdades incontestáveis, e terminei esse ano sem nada, e isso é bom. E os homens responsáveis por isso foram meus professores, e também não tenho como descrever como os respeito.
Já há algum tempo eu anoto o nome de todos os professores que tive e que foram importantes para mim - do cursinho são todos - para um dia retribuir, não sei como o farei, mas ensinar é a profissão mais bonita, com certeza.
Sei que daqui um, ou dois anos todos eles vão se esquecer de mim, eles tem centenas de alunos todos os anos, mas eu não me esquecerei deles.
Termino aqui meu texto, caro leitor fantasma, com diversas digressões confusas; talvez você tenha se perdido pelo caminho, mas eu me encontrei.
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Por um acaso
É engraçado pensar no que pode acontecer devido a um fato qualquer que você faça, um coisa banal que se transforma em um desastre(pelo menos no momento que acontece, isso é assunto pra outra vez). Acho que é por isso que a Teoria do Caos é tão importante para mim.
Acho que se o Destino é Deus, o acaso é o Diabo. Porque enquanto o destino nos conforta com a idéia de "sou uma boa pessoa, um dia serei recompensado", ou "eu a conheci porque era meu destino", o acaso vem como uma marreta para destruí-lo; o acaso nos mostra que aquele fato inusitado poderia não ter acontecido por um movimento errado, nos faz perceber como somos suscetíveis aos nossos erros. Ainda o pior: nos faz imaginar como estariamos se tivessemos feito X em vez de Y e quando você menos percebe você virou um covarde, com medo de agir só porque há chances de ter um efeito inesperado.
O que pode trazer mais terror, porém, e quando perdemos totalmente o controle da situação. Naquela hora em que apenas podemos sentar no barco e esperar a curva para ver se aquele barulho é mesmo uma cachoeira. Momentos que fazem sua vida modificar-se totalmente, e você ri de como seus planos eram tão 'naive'.
Por sorte nunca passei por tal situação, só achei que estava passando, e acho que foi o dia mais assustador da minha vida.
Acho que se o Destino é Deus, o acaso é o Diabo. Porque enquanto o destino nos conforta com a idéia de "sou uma boa pessoa, um dia serei recompensado", ou "eu a conheci porque era meu destino", o acaso vem como uma marreta para destruí-lo; o acaso nos mostra que aquele fato inusitado poderia não ter acontecido por um movimento errado, nos faz perceber como somos suscetíveis aos nossos erros. Ainda o pior: nos faz imaginar como estariamos se tivessemos feito X em vez de Y e quando você menos percebe você virou um covarde, com medo de agir só porque há chances de ter um efeito inesperado.
O que pode trazer mais terror, porém, e quando perdemos totalmente o controle da situação. Naquela hora em que apenas podemos sentar no barco e esperar a curva para ver se aquele barulho é mesmo uma cachoeira. Momentos que fazem sua vida modificar-se totalmente, e você ri de como seus planos eram tão 'naive'.
Por sorte nunca passei por tal situação, só achei que estava passando, e acho que foi o dia mais assustador da minha vida.
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Das impossibilidades
A abelha é um dos animais que mais me fascina. Na verdade quase todos os animais me causam admiração, porém alguns mais, e as abelhas estão nesse quadro. Não apenas pela enorme capacidade de organização que tive oportunidade de estudar quando fiz meu curso de apicultura uns anos atrás(procuro a minha apostila até hoje para reler), também pela sua criatividade(algumas abelhas indígenas, que tem ferrões atrofiados, se enrolam nos pelos causando dor ou simplesmente entram pelos orifícios que acham, narinas, ouvidos...), mas principalmente por um estudo até que bem conhecido que diz que a abelha é incapaz de voar. Segundo a pesquisa a abelha não tem forma aerodinâmica e é muito pesada para o tamanho de suas asas, então como ela voa?
Agora você pode estar temendo que eu comece um discurso de auto-ajuda, pois não vou.
A possibilidade do impossível me fascina porque sempre o quis em minhas fantasias. Desde pequeno meu pedido ao cortar o bolo de aniversári, ver uma estrela cadente ou qualquer outra coisa sempre foi ser imortal. Quando falava isso sempre argumentavam que deve ser horrível ver todos que você gosta morrerem e continuar vivo, mas nunca me incomodei com isso(provavelmente isso tem origem no meu conceito de morte, sobre o qual posso discorrer no futuro). Só de pensar em ficar aqui e observar tudo que acontecerá no mundo até o seu último dia vale mais do que a pena esse sofrimento.
Por isso gosto da personagem Vigia, da DC. Por isso gosto de história. Por isso gosto de ciência. Não é a ciência apenas uma forma de conhecer o mundo? Hoje percebo que esse é o meu maior prazer e ao ver posições, antes defendidas até por mim, que a vida não tem razão alguma para existir só posso pensar que são absurdas. Não existindo sentido na vida, não existiria sentido na ciência. Não existindo sentido na ciência, não exestiria sentido em minha vida.
Ou devo levar a ciência como uma forma de prazer que existe apenas para dar alívio ao homem?
Nada sei
Agora você pode estar temendo que eu comece um discurso de auto-ajuda, pois não vou.
A possibilidade do impossível me fascina porque sempre o quis em minhas fantasias. Desde pequeno meu pedido ao cortar o bolo de aniversári, ver uma estrela cadente ou qualquer outra coisa sempre foi ser imortal. Quando falava isso sempre argumentavam que deve ser horrível ver todos que você gosta morrerem e continuar vivo, mas nunca me incomodei com isso(provavelmente isso tem origem no meu conceito de morte, sobre o qual posso discorrer no futuro). Só de pensar em ficar aqui e observar tudo que acontecerá no mundo até o seu último dia vale mais do que a pena esse sofrimento.
Por isso gosto da personagem Vigia, da DC. Por isso gosto de história. Por isso gosto de ciência. Não é a ciência apenas uma forma de conhecer o mundo? Hoje percebo que esse é o meu maior prazer e ao ver posições, antes defendidas até por mim, que a vida não tem razão alguma para existir só posso pensar que são absurdas. Não existindo sentido na vida, não existiria sentido na ciência. Não existindo sentido na ciência, não exestiria sentido em minha vida.
Ou devo levar a ciência como uma forma de prazer que existe apenas para dar alívio ao homem?
Nada sei
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Grandes Homens
Do que são feitos grandes homens?
De atitude e um bocado de sorte eu diria. Quando eu penso em pessoas assim me recordo de algumas histórias, verdadeiras, de personagens importantes. São Francisco de Assis, já é sabido que na época pessoas criavam pássaros soltos que se domesticavam e ficavam mansos, livres para ir e voltar(algo semelhante ao que minha avó fazia, tive vários passarinhos que andavam no meu ombro na rua quando era pequeno), então ao fazer um discurso, esse futuro santo que já carregava muito prestígio aponta para o horizonte e eis que pousa uma dessas aves em seu braço.
Mais magnífico ainda são momentos que não dependem apenas do "destino"(entre aspas pois não acredito neste), mas de uma certa coragem e idéias brilhantes. Napoleão(uma das minhas figurinhas históricas favoritas por causa das suas atitudes), em uma batalha onde seus homens estavam sendo violentamente alvejados pelas balas dos inimigos, temendo assim avançar, tomou a frente do pelotão. Um soldado preocupado alertou seu comandante-em-chefe do perigo e este respondeu "Ainda não foi fundida a bala que me matará".
Há momentos em que apenas sabemos que tudo irá funcionar, há outros
que algo simplesmente acontece, ambos constroem grandes homens. Alguns podem indagar se esses acasos não tivessem ocorrido eles seriam menos do que são, afinal todas as suas qualidades que os tornaram importantes ainda existiriam, mas eu acredito que não. Como no filme do Woody Allen, "Match Point", onde o protagonista encerra a película dizendo "Se me perguntassem se eu prefiro ser um homem habilidoso ou um homem de sorte, eu responderia que prefiro ser um homem de sorte".
Afinal um goleiro com mãos rápidas pode salvar um time, mas um goleiro com sorte ganha o campeonato.
De atitude e um bocado de sorte eu diria. Quando eu penso em pessoas assim me recordo de algumas histórias, verdadeiras, de personagens importantes. São Francisco de Assis, já é sabido que na época pessoas criavam pássaros soltos que se domesticavam e ficavam mansos, livres para ir e voltar(algo semelhante ao que minha avó fazia, tive vários passarinhos que andavam no meu ombro na rua quando era pequeno), então ao fazer um discurso, esse futuro santo que já carregava muito prestígio aponta para o horizonte e eis que pousa uma dessas aves em seu braço.
Mais magnífico ainda são momentos que não dependem apenas do "destino"(entre aspas pois não acredito neste), mas de uma certa coragem e idéias brilhantes. Napoleão(uma das minhas figurinhas históricas favoritas por causa das suas atitudes), em uma batalha onde seus homens estavam sendo violentamente alvejados pelas balas dos inimigos, temendo assim avançar, tomou a frente do pelotão. Um soldado preocupado alertou seu comandante-em-chefe do perigo e este respondeu "Ainda não foi fundida a bala que me matará".
Há momentos em que apenas sabemos que tudo irá funcionar, há outros
que algo simplesmente acontece, ambos constroem grandes homens. Alguns podem indagar se esses acasos não tivessem ocorrido eles seriam menos do que são, afinal todas as suas qualidades que os tornaram importantes ainda existiriam, mas eu acredito que não. Como no filme do Woody Allen, "Match Point", onde o protagonista encerra a película dizendo "Se me perguntassem se eu prefiro ser um homem habilidoso ou um homem de sorte, eu responderia que prefiro ser um homem de sorte".
Afinal um goleiro com mãos rápidas pode salvar um time, mas um goleiro com sorte ganha o campeonato.
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